E o endereço é...
www.conexaovancouver.blogspot.com
Não deixem de acessar!
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Mudança de endereço
Como vocês puderam perceber, meu blog morreu na mesma data do Mestre Jamelão. Mesmo sem postar mais nele, não vou deletá-lo. Posso futuramente comparar os textos daqui com os novos que eu venha escrever em outro lugar.
Despeço de um, anuncio outro. E estou muito empolgado com a minha nova empreitada. Irei passar 5 meses no Canadá, mais especificamente na cidade de Vancouver, para fazer um curso de inglês, idioma que qualquer jornalista deve dominar. Vou criar um blog em que contará minhas aventuras, fatos curiosos da cidade, características dos seus moradores e dos muitos estudantes estrangeiros que lá encontrarei. Também pretendo encher o novo blog de fotos, as paisagens lá são deslumbrantes. Posso dizer que terei uma experiência como correspondente internacional. Que chique, não?

Hoje mesmo divulgo aqui o endereço do novo blog. A primeira pauta já foi escolhida: as inacreditáveis 23 horas de viagem Rio-Vancouver, que passará por São Paulo e Toronto. Acessem!
Despeço de um, anuncio outro. E estou muito empolgado com a minha nova empreitada. Irei passar 5 meses no Canadá, mais especificamente na cidade de Vancouver, para fazer um curso de inglês, idioma que qualquer jornalista deve dominar. Vou criar um blog em que contará minhas aventuras, fatos curiosos da cidade, características dos seus moradores e dos muitos estudantes estrangeiros que lá encontrarei. Também pretendo encher o novo blog de fotos, as paisagens lá são deslumbrantes. Posso dizer que terei uma experiência como correspondente internacional. Que chique, não?

Hoje mesmo divulgo aqui o endereço do novo blog. A primeira pauta já foi escolhida: as inacreditáveis 23 horas de viagem Rio-Vancouver, que passará por São Paulo e Toronto. Acessem!
domingo, 15 de junho de 2008
Ele se foi...
Desde que Jamelão se despediu do cargo de puxador de samba, ou melhor, intérprete da Estação Primeira de Mangueira, os desfiles na Sapucaí nunca mais foram os mesmos. Sua morte trará para o Sambódramo mais ainda este sentimento de perda . Uma de suas características marcantes sempre foi o mau humor, que acabava provocando risos nas pessoas. Confira no vídeo abaixo a entrevista engraçadíssima que o mestre deu para Hebe Camargo.
O samba está de luto!
O samba está de luto!
sábado, 14 de junho de 2008
O que é squash?
Uma bola, quatro paredes e dois atletas com uma raquete em um pequeno espaço. Ninguém imagina que, com estas características, o squash seja um esporte que proporcione para seus praticantes uma excelente preparação física. Isso até a Revista Forbes, de maio de 2006, publicar uma pesquisa envolvendo médicos, professores, fisiologistas, treinadores e esportistas e apontar o squash como o esporte mais saudável para se praticar. A matéria, assinada pelo repórter Neal Santelmann, elaborou um sistema que levava em consideração seis pontos: resistência cardiorespiratória, força muscular, resistência muscular, flexibilidade, risco de contusão e quantidade de calorias queimadas em 30 minutos de prática. Para cada variável era atribuída uma nota de 1 a 5, menos para a de risco de lesão, que ia de 1 a 3 (Abaixo, a lista dos 10 esportes mais saudáveis segundo a revista americana Forbes).
OS DEZ ESPORTES MAIS SAUDÁVEIS
1 - SQUASH 22.5 pontos
2 - REMO 22 pontos
2 - ALPINISMO 22 pontos
4 - NATAÇÃO 20.75 pontos
5 - ESQUI CROSS-COUNTRY 20.5 pontos
6 - BASQUETE 19 pontos
6 - CICLISMO 19 pontos
8 - CORRIDA 18.5 pontos
2 - REMO 22 pontos
2 - ALPINISMO 22 pontos
4 - NATAÇÃO 20.75 pontos
5 - ESQUI CROSS-COUNTRY 20.5 pontos
6 - BASQUETE 19 pontos
6 - CICLISMO 19 pontos
8 - CORRIDA 18.5 pontos
8 - PENTATLO MODERNO 18.5 pontos
10 - BOXE 17.5 pontos
10 - BOXE 17.5 pontos
O squash surgiu de maneira inusitada. Foi em um presídio inglês chamado The Fleet, no início do século XIX. À procura de uma forma para se exercitarem, os prisioneiros começaram a jogar uma bola em direção à parede com raquetes improvisadas. Alguns anos depois, os alunos da Harrow School descobriram o jogo, mudaram algumas regras e fundaram oficialmente o esporte.
Um leigo, ao notar a quadra de squash, com suas várias demarcações no chão e na parede, talvez creia que as regras sejam muito complexas. Mas a dificuldade é mínima. Ganha o ponto quem conseguir ficar mais tempo jogando a bola na parede frontal, dentro do espaço permitido pelas linhas e sem deixar a bola quicar mais de uma vez no chão. O jogo também é muito rápido comparado, por exemplo, ao tênis ou futebol. Uma partida equilibrada dura, em média, apenas 50 minutos. Só há intervalos entre os games. Há diversas formas de contagem, mas a oficial consiste na melhor de cinco games, esses conquistados através de 11 pontos.
Inglaterra, Canadá e Egito são os lugares onde o squash é mais popular. Tanto que dos doze melhores squashistas do mundo, oito são desses países. No Egito, a paixão pelo esporte é ainda maior. As competições mundiais têm transmissões ao vivo por uma emissora de TV aberta, que normalmente lidera a audiência quando um egípcio disputa uma final de campeonato. Mas no Brasil a história é bem diferente, a maioria sequer sabe sobre a existência do esporte inglês. Claro que reflete no ranking mundial, em que tem como melhor brasileiro o goiano, radicado em São Paulo, Rafael Alarcon, que ocupa a 46ª posição. Ele eh o único atleta nacional que tem patrocínio para disputar o circuito mundial.
Um leigo, ao notar a quadra de squash, com suas várias demarcações no chão e na parede, talvez creia que as regras sejam muito complexas. Mas a dificuldade é mínima. Ganha o ponto quem conseguir ficar mais tempo jogando a bola na parede frontal, dentro do espaço permitido pelas linhas e sem deixar a bola quicar mais de uma vez no chão. O jogo também é muito rápido comparado, por exemplo, ao tênis ou futebol. Uma partida equilibrada dura, em média, apenas 50 minutos. Só há intervalos entre os games. Há diversas formas de contagem, mas a oficial consiste na melhor de cinco games, esses conquistados através de 11 pontos.
Inglaterra, Canadá e Egito são os lugares onde o squash é mais popular. Tanto que dos doze melhores squashistas do mundo, oito são desses países. No Egito, a paixão pelo esporte é ainda maior. As competições mundiais têm transmissões ao vivo por uma emissora de TV aberta, que normalmente lidera a audiência quando um egípcio disputa uma final de campeonato. Mas no Brasil a história é bem diferente, a maioria sequer sabe sobre a existência do esporte inglês. Claro que reflete no ranking mundial, em que tem como melhor brasileiro o goiano, radicado em São Paulo, Rafael Alarcon, que ocupa a 46ª posição. Ele eh o único atleta nacional que tem patrocínio para disputar o circuito mundial.
Na cidade do Rio de Janeiro a situação é ainda pior. Há dois anos a Federação de Squash do Estado do Rio de Janeiro não tem nem presidente, confusão que está sendo resolvida na justiça. O melhor jogador carioca e quinto do Brasil, José Pedro Escobar, que também dá aulas no Clube Paissandú do Leblon, lamenta o fato – Com este impasse não podemos organizar muitos torneios amadores, importantíssimos para incentivar as pessoas a jogarem squash - dispara.
Apesar de todos os problemas, o carioca que quiser experimentar o esporte não terá dificuldades de encontrar uma quadra e um professor (Na tabela abaixo, há diversas opções de locais onde se pode jogar). A cidade conta com cerca de 500 praticantes. Um deles é o advogado Jorge Ventura, de 46 anos, que joga religiosamente três vezes por semana no Rio Squash Clube, na Glória – Meu escritório fica a quinze minutos do clube. Do trabalho eu vou direto jogar squash com meus amigos de lá. O duro é minha mulher acreditar. Agradeceria se mostrasse esta matéria para ela – brincou.

segunda-feira, 26 de maio de 2008
Notícia Enguiçada 2
Já havia reclamado sobre a insistência dos jornais em noticiar, exaustivamente, o crime contra a Isabela Nardoni e a epidemia de dengue no Rio. Mas agora a mídia extrapolou! Até quando iremos conviver com o Ronaldo e suas travestis?
Poupem-me!
Poupem-me!
O Perigoso Palpite
Imprevisível. Se me pedissem para definir o futebol em uma palavra, era essa que eu escolheria. No meu último post, que faz quase um mês (ando muito atarefado com minha preguiça), escrevi que Flamengo e Fluminense estavam muito próximos das quartas-de-finais da Libertadores. Estavam. Porque o Flamengo, de forma inexplicável, incompreensível, irracional e imprevisível, perdeu de 3 a 0 para a fraca equipe do América do México em pleno Maracanã. Obina, o xodó da torcida, foi responsável pelo gol decisivo. Que ironia! Como havia ganhado no estádio Azteca de 4 a 2, o Rubro-negro poderia perder até de 2 a 0 para se classificar. O time é melhor, pressionou mais, teve o apoio da torcida, mas foi goleado e eliminado. Dá para explicar? Claro que não! Assim como também não dá para entender como o América, a pouco tempo lanterna no Campeonato Mexicano, conseguir alcançar as semi-finais da competição sul-americana. O gordinho artilheiro Cabanas e companhia também eliminaram o Santos e irão enfrentar a LDU em busca de uma vaga na final.
Já o Fluminense fez o previsível e o imprevisível neste tempo da minha ausência. A tarefa fácil foi garantir a classificação para as quartas contra o Nacional de Medellín no Maracanã. Havia vencido na Colômbia e repetiu o feito em seus domínios. Depois disso, a pedreira: São Paulo Futebol Clube, tricampeão mundial, seria o próximo adversário do Fluminense. Primeiro jogo: um massacre do tricolor paulista no Morumbi. O massacre foi de jogadas perigosas, em que Adriano participava da maioria delas. Mas o SPFC fez apenas um gol, do herói Adriano, enquanto o Fluminense não marcou. O favoritismo passou a ser totalmente do São Paulo, pois se o time do Adriano fizesse um gol no Fluminense, este teria que fazer três na defesa que contava com os ótimos Miranda e Alex Silva. E o segundo jogo começou. Mais de 72 mil torcedores (recorde do século, sem contar os clássicos) apoiavam o time das Laranjeiras. O Fluminense abriu o placar logo no inicio da partida com Washington, o que levaria a partida para a decisão por pênaltis. Mas aos 23 minutos do segundo tempo, o tricolor carioca levou uma ducha de água fria. Adriano, sempre ele, fez um gol que obrigaria o Flu a marcar 2 vezes para se classificar. O Maracanã se calou por apenas 1 minuto. Dodô, aos 24, fez um gol que traria novamente esperanças ao Fluminense. A partir deste momento, o massacre passou a ser carioca. O tricolor das Laranjeiras pressionava muito, mas os paulistas se defendiam bem. Conca, Gabriel, Maurício, Junior César, Arouca, Thiago Neves, todos tentavam, mas em vão. O árbitro decidiu levar o jogo até aos 48 minutos, e marcou um escanteio aos 47 e meio. Thiago Neves foi bater, se os zagueiros são-paulinos tirassem a bola da área, o jogo terminaria com o SPFC classificado. Quando a bola partiu, ela ia em direção do Washington e de mais três marcadores. E o imprevisível aconteceu. Foi Washington quem cabeceou. Foi Washington quem marcou o gol antológico da classificação. Foi Washington que deixou a torcida, que acreditava até o ultimo minuto, em êxtase. Ninguém conseguia sair do estádio Mario Filho tamanha a felicidade. Se no Morumbi a noite foi de Adriano, no Maraca quem mandou foi o Washington, acabando com um jejum de 8 jogos sem balançar as redes.
Já o Fluminense fez o previsível e o imprevisível neste tempo da minha ausência. A tarefa fácil foi garantir a classificação para as quartas contra o Nacional de Medellín no Maracanã. Havia vencido na Colômbia e repetiu o feito em seus domínios. Depois disso, a pedreira: São Paulo Futebol Clube, tricampeão mundial, seria o próximo adversário do Fluminense. Primeiro jogo: um massacre do tricolor paulista no Morumbi. O massacre foi de jogadas perigosas, em que Adriano participava da maioria delas. Mas o SPFC fez apenas um gol, do herói Adriano, enquanto o Fluminense não marcou. O favoritismo passou a ser totalmente do São Paulo, pois se o time do Adriano fizesse um gol no Fluminense, este teria que fazer três na defesa que contava com os ótimos Miranda e Alex Silva. E o segundo jogo começou. Mais de 72 mil torcedores (recorde do século, sem contar os clássicos) apoiavam o time das Laranjeiras. O Fluminense abriu o placar logo no inicio da partida com Washington, o que levaria a partida para a decisão por pênaltis. Mas aos 23 minutos do segundo tempo, o tricolor carioca levou uma ducha de água fria. Adriano, sempre ele, fez um gol que obrigaria o Flu a marcar 2 vezes para se classificar. O Maracanã se calou por apenas 1 minuto. Dodô, aos 24, fez um gol que traria novamente esperanças ao Fluminense. A partir deste momento, o massacre passou a ser carioca. O tricolor das Laranjeiras pressionava muito, mas os paulistas se defendiam bem. Conca, Gabriel, Maurício, Junior César, Arouca, Thiago Neves, todos tentavam, mas em vão. O árbitro decidiu levar o jogo até aos 48 minutos, e marcou um escanteio aos 47 e meio. Thiago Neves foi bater, se os zagueiros são-paulinos tirassem a bola da área, o jogo terminaria com o SPFC classificado. Quando a bola partiu, ela ia em direção do Washington e de mais três marcadores. E o imprevisível aconteceu. Foi Washington quem cabeceou. Foi Washington quem marcou o gol antológico da classificação. Foi Washington que deixou a torcida, que acreditava até o ultimo minuto, em êxtase. Ninguém conseguia sair do estádio Mario Filho tamanha a felicidade. Se no Morumbi a noite foi de Adriano, no Maraca quem mandou foi o Washington, acabando com um jejum de 8 jogos sem balançar as redes.
Agora, o representante brasileiro da Libertadores encarara nada mais nada menos que o Boca Juniors, hexacampeões do torneio! O Santos de Pelé foi o único time brasileiro que eliminou os argentinos nesta competição. Claro que o Boca é favorito, mas se Palermo levará a melhor sobre o Washington, só os deuses do futebol sabem. Pois as previsões neste esporte muitas vezes falham. Os flamenguistas sabem bem disso!
domingo, 4 de maio de 2008
Rio Show de Bola
Surpreendente a recuperação dos times cariocas. Claro, refiro aos quatro grandes, os pequenos continuam se afundando. A pouco tempo pensávamos presenciar a falência do futebol carioca, não imaginávamos mais disputar, com chances, um título nacional ou internacional.
A maré agora é boa. O Botafogo tem feito excelentes campanhas desde 2006. Basta mais sorte para conquistar um campeonato nacional. O alvinegro é um dos favoritos para ganhar a Copa do Brasil 2008. O Fluminense, que possui uma dívida enorme, consegue respirar com a ajuda de uma baita patrocinador, o plano de saúde UNIMED. A parceria, que funciona desde a terceira divisão, proporcionou geralmente boas campanhas nos ultimos Campeonatos Brasileiros. Ano passado, a equipe das Laranjeiras conquistou a Copa do Brasil e um excelente quarto lugar no campeonato nacional. Já o Flamengo vive um momento espetacular. Venceu a Copa do Brasil em 2006, voltando a disputar a Libertadores, e o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro do ano passado, depois de uma arrancada fantástica.
Depois de muitos anos, dois times cariocas estão participando de uma única edição da Taça Libertadores. A dupla FLA-FLU está próxima das quartas-de-finais. Os clubes fizeram um investimento grande para a disputa do torneio continental, e hoje não seria estranho que um deles o conquistasse. Uma possível final entre Flamengo e Fluminense seria explêndida e comprovaria de uma vez por todas que os grandes clubes cariocas voltaram como grandes clubes.
E o Vasco? Bem, Eurico Miranda já resume tudo né? Mas até que os cruzmaltinos deram uma melhorada. Pelo menos não têm mais brigado contra o rebaixamento. Porém, o Vasco continua disparado a quarta força do Rio.
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