Imprevisível. Se me pedissem para definir o futebol em uma palavra, era essa que eu escolheria. No meu último post, que faz quase um mês (ando muito atarefado com minha preguiça), escrevi que Flamengo e Fluminense estavam muito próximos das quartas-de-finais da Libertadores. Estavam. Porque o Flamengo, de forma inexplicável, incompreensível, irracional e imprevisível, perdeu de 3 a 0 para a fraca equipe do América do México em pleno Maracanã. Obina, o xodó da torcida, foi responsável pelo gol decisivo. Que ironia! Como havia ganhado no estádio Azteca de 4 a 2, o Rubro-negro poderia perder até de 2 a 0 para se classificar. O time é melhor, pressionou mais, teve o apoio da torcida, mas foi goleado e eliminado. Dá para explicar? Claro que não! Assim como também não dá para entender como o América, a pouco tempo lanterna no Campeonato Mexicano, conseguir alcançar as semi-finais da competição sul-americana. O gordinho artilheiro Cabanas e companhia também eliminaram o Santos e irão enfrentar a LDU em busca de uma vaga na final.
Já o Fluminense fez o previsível e o imprevisível neste tempo da minha ausência. A tarefa fácil foi garantir a classificação para as quartas contra o Nacional de Medellín no Maracanã. Havia vencido na Colômbia e repetiu o feito em seus domínios. Depois disso, a pedreira: São Paulo Futebol Clube, tricampeão mundial, seria o próximo adversário do Fluminense. Primeiro jogo: um massacre do tricolor paulista no Morumbi. O massacre foi de jogadas perigosas, em que Adriano participava da maioria delas. Mas o SPFC fez apenas um gol, do herói Adriano, enquanto o Fluminense não marcou. O favoritismo passou a ser totalmente do São Paulo, pois se o time do Adriano fizesse um gol no Fluminense, este teria que fazer três na defesa que contava com os ótimos Miranda e Alex Silva. E o segundo jogo começou. Mais de 72 mil torcedores (recorde do século, sem contar os clássicos) apoiavam o time das Laranjeiras. O Fluminense abriu o placar logo no inicio da partida com Washington, o que levaria a partida para a decisão por pênaltis. Mas aos 23 minutos do segundo tempo, o tricolor carioca levou uma ducha de água fria. Adriano, sempre ele, fez um gol que obrigaria o Flu a marcar 2 vezes para se classificar. O Maracanã se calou por apenas 1 minuto. Dodô, aos 24, fez um gol que traria novamente esperanças ao Fluminense. A partir deste momento, o massacre passou a ser carioca. O tricolor das Laranjeiras pressionava muito, mas os paulistas se defendiam bem. Conca, Gabriel, Maurício, Junior César, Arouca, Thiago Neves, todos tentavam, mas em vão. O árbitro decidiu levar o jogo até aos 48 minutos, e marcou um escanteio aos 47 e meio. Thiago Neves foi bater, se os zagueiros são-paulinos tirassem a bola da área, o jogo terminaria com o SPFC classificado. Quando a bola partiu, ela ia em direção do Washington e de mais três marcadores. E o imprevisível aconteceu. Foi Washington quem cabeceou. Foi Washington quem marcou o gol antológico da classificação. Foi Washington que deixou a torcida, que acreditava até o ultimo minuto, em êxtase. Ninguém conseguia sair do estádio Mario Filho tamanha a felicidade. Se no Morumbi a noite foi de Adriano, no Maraca quem mandou foi o Washington, acabando com um jejum de 8 jogos sem balançar as redes.
Já o Fluminense fez o previsível e o imprevisível neste tempo da minha ausência. A tarefa fácil foi garantir a classificação para as quartas contra o Nacional de Medellín no Maracanã. Havia vencido na Colômbia e repetiu o feito em seus domínios. Depois disso, a pedreira: São Paulo Futebol Clube, tricampeão mundial, seria o próximo adversário do Fluminense. Primeiro jogo: um massacre do tricolor paulista no Morumbi. O massacre foi de jogadas perigosas, em que Adriano participava da maioria delas. Mas o SPFC fez apenas um gol, do herói Adriano, enquanto o Fluminense não marcou. O favoritismo passou a ser totalmente do São Paulo, pois se o time do Adriano fizesse um gol no Fluminense, este teria que fazer três na defesa que contava com os ótimos Miranda e Alex Silva. E o segundo jogo começou. Mais de 72 mil torcedores (recorde do século, sem contar os clássicos) apoiavam o time das Laranjeiras. O Fluminense abriu o placar logo no inicio da partida com Washington, o que levaria a partida para a decisão por pênaltis. Mas aos 23 minutos do segundo tempo, o tricolor carioca levou uma ducha de água fria. Adriano, sempre ele, fez um gol que obrigaria o Flu a marcar 2 vezes para se classificar. O Maracanã se calou por apenas 1 minuto. Dodô, aos 24, fez um gol que traria novamente esperanças ao Fluminense. A partir deste momento, o massacre passou a ser carioca. O tricolor das Laranjeiras pressionava muito, mas os paulistas se defendiam bem. Conca, Gabriel, Maurício, Junior César, Arouca, Thiago Neves, todos tentavam, mas em vão. O árbitro decidiu levar o jogo até aos 48 minutos, e marcou um escanteio aos 47 e meio. Thiago Neves foi bater, se os zagueiros são-paulinos tirassem a bola da área, o jogo terminaria com o SPFC classificado. Quando a bola partiu, ela ia em direção do Washington e de mais três marcadores. E o imprevisível aconteceu. Foi Washington quem cabeceou. Foi Washington quem marcou o gol antológico da classificação. Foi Washington que deixou a torcida, que acreditava até o ultimo minuto, em êxtase. Ninguém conseguia sair do estádio Mario Filho tamanha a felicidade. Se no Morumbi a noite foi de Adriano, no Maraca quem mandou foi o Washington, acabando com um jejum de 8 jogos sem balançar as redes.
Agora, o representante brasileiro da Libertadores encarara nada mais nada menos que o Boca Juniors, hexacampeões do torneio! O Santos de Pelé foi o único time brasileiro que eliminou os argentinos nesta competição. Claro que o Boca é favorito, mas se Palermo levará a melhor sobre o Washington, só os deuses do futebol sabem. Pois as previsões neste esporte muitas vezes falham. Os flamenguistas sabem bem disso!
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